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	<title>Arquivos Convidados - Baptista Luz</title>
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	<description>Advogados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 15 May 2023 19:42:31 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Série Semeando Diversidade: Mulheres no Ecossistema de Startups</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Baptista Luz Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 13:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Startup]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O segundo artigo da série Semeando Diversidade traz uma convidada que pertence ao ecossistema de startups e fala como acelerar a inclusão de mulheres no setor. &#160; Do trabalho assalariado ao empreendedorismo De acordo com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), se nós conseguíssemos igualar a participação de homens e mulheres no mercado de trabalho [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="http://baptistaluz.com.br/espacostartup/serie-semeando-diversidade-mulheres-no-ecossistema-de-startups/">Série Semeando Diversidade: Mulheres no Ecossistema de Startups</a> apareceu primeiro em <a href="http://baptistaluz.com.br">Baptista Luz</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="color: #2d3539"><strong><em>O segundo artigo da série <a href="https://baptistaluz.com.br/espacostartup/introducao-a-serie-semeando-diversidade/">Semeando Diversidade</a> traz uma convidada que pertence ao ecossistema de startups e fala como acelerar a inclusão de mulheres no setor.</em></strong></span></h2>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="color: #f79433"><strong>Do trabalho assalariado ao empreendedorismo</strong></span></h2>
<p>De acordo com o <u><a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/03/pib-cresceria-16-com-mais-mulheres-no-mercado-diz-bid.shtml">BID</a></u> (Banco Interamericano de Desenvolvimento), se nós conseguíssemos igualar a participação de homens e mulheres no mercado de trabalho da América Latina, o PIB regional aumentaria em 16%. Por outro lado, de acordo com a <u><a href="https://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/---dgreports/---dcomm/---publ/documents/publication/wcms_619603.pdf">OIT</a></u> (Organização Internacional do Trabalho), as mulheres são mais propensas a estarem desempregadas que os homens, na América Latina a taxa de desemprego masculina é de 6,8% enquanto que a feminina é de 9,5%.</p>
<p>Alguns fatores já bastante discutidos na academia, como discriminação, barreiras para conciliar a vida familiar e a falta de perspectiva de crescimento, ajudam a explicar o fato de que as mulheres deixam empresas. Porém muitas delas não estão fazendo isso para ficar em casa, mas sim para empreender.</p>
<p>O <u><a href="https://www.sebrae.com.br/Sebrae/Portal%20Sebrae/Anexos/GEM%20Nacional%20-%20web.pdf">GEM</a></u> (Global Entrepreneurship Monitor) mostra as mulheres já eram responsáveis por 51,5% dos novos negócios criados no Brasil em 2016. Quando se olha para empresas mais antigas, com mais de 42 meses de existência, os homens representam 57,3% do total. Essa diferença na representação de mulheres em negócios novos e em empresas já estabelecidas aponta que a desigualdade de gênero no empreendedorismo pode não estar relacionada ao senso comum de que mulheres teriam menos ambição em ter uma empresa. Ao contrário, elas são ligeiramente maioria na criação de empresas. Porém algo acontece no meio do caminho que dificulta seus negócios estarem em pé 3,5 anos depois.</p>
<h2></h2>
<h2><span style="color: #f79433"><strong>Desafios de ser fundadora de uma startup</strong></span></h2>
<p>Para desvendar esse fenômeno podemos começar pensando nos fatores importantes de fracasso para um empreendimento, de acordo com a <u><a href="https://www.cbinsights.com/research/startup-failure-reasons-top/">CBInsights</a></u>, que listou os 20 principais motivos para uma startup falir, os 3 primeiros são: não adequação do produto ao mercado, não ter dinheiro disponível em caixa e não ter a equipe certa.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-2990" src="https://baptistaluz.com.br/wp-content/uploads/sites/99/2020/11/SD-IMAGEM-300x135.png" alt="" width="378" height="170" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em termos de adequação ao mercado e montar um bom time, como parte de uma organização que acelera e investe em startups no mundo todo, a 500 Startups, posso dizer que o caminho para acertar nesses pontos é tão árduo quanto menos mentores e rede de apoio o empreendedor tiver. Isso porque a jornada empreendedora vai tratar necessariamente de testar, errar, testar de novo, aprender e começar e ciclo novamente e o fato de ter mentores, seja em um programa de aceleração, seja como investidores anjo ou parceiros aliados do negócio, faz toda diferença.  A <u><a href="https://www.kauffman.org/key-issues/women-in-entrepreneurship">Kauffman Foundation</a></u> aponta que cerca de metade das mulheres empreendedoras têm dificuldades em encontrar mentores e isso compromete a rapidez do aprendizado.</p>
<p>Já em termos de caixa disponível, a Kauffman também mostra que as mulheres começam negócios com cerca de metade do capital se comparado com homens. A barreira aumenta quando olhamos para busca por capital de risco, isto é, investimento em estágios iniciais do negócio. No setor de Venture Capital, que inclui os fundos que investem em startups, a <u><a href="https://fortune.com/2017/03/13/female-founders-venture-capital/">Fortune</a></u> mostrou que apenas 2% do total foi investido em empresas lideradas por mulheres.</p>
<p>Algumas pesquisas estrangeiras que expliquei <u><a href="https://www.linkedin.com/pulse/como-investidores-v%C3%AAem-o-empreendedorismo-feminino-pedroni-collini/">aqui</a></u> mostram que há vieses conscientes e inconscientes que influenciam em como as empreendedoras são avaliadas, corroborando para que estereótipos influenciem na obtenção do financiamento. Em uma pesquisa sueca, por exemplo, as mulheres receberam, em média, apenas 25% do montante requerido, enquanto os homens receberam, em média, 52%.</p>
<p>Se os desafios são reais e consistentes, mas a velocidade em que estamos ocupando espaços ainda é baixa e levariam muitos anos para atingirmos equidade de oportunidades em todos os âmbitos do empreender, o que podemos fazer para acelerar esse ritmo e construir aliados que entendam nossas necessidades específicas?</p>
<h2><span style="color: #f79433"><strong>Como acelerar a inclusão de mulheres no setor</strong></span></h2>
<p>Motivos para falar de diversidade de gênero no ecossistema de startups não faltam, além da própria busca por equidade, a <u><a href="https://10years.firstround.com/">First Round</a></u>, VC focado em investimento semente, mostra que os investimentos do seu portfólio em startups com pelo menos uma fundadora performaram 63% melhor do que os investimentos em equipes exclusivamente masculinas.</p>
<p>Ao olhar com atenção para os desafios da mulheres chegamos à conclusão de que deixar a cargo do status quo, isto é, deixar que as coisas caminhem como sempre caminharam não é uma opção se quisermos que mulheres desenvolvam todo seu potencial e ainda tragam retorno para os investidores e para a sociedade, por isso precisamos:</p>
<ul>
<li>Apoiar aceleradoras para desenvolver o empreendedorismo feminino em estágios iniciais, como por exemplo a <u><a href="https://www.b2mamy.com.br/">B2Mamy</a></u>, aceleradora que já impactou diretamente mais de 2 mil mulheres, formando uma rede entre empreendedoras, mentoras e empresas</li>
<li>Ajudar a desconstruir vieses de seleção, buscando maneiras pró ativas de aumentar o pipeline de fundadoras para que fundos de investimento avaliem seus negócios</li>
<li>Construir espaços inclusivos nas aceleradoras, como por exemplo ter uma sala de amamentação ou uma sala família, e conscientizar as pessoas, como a <u><a href="https://500.co/8-things-you-must-do-to-support-pregnant-employees/">500 Startups</a></u> faz nos EUA</li>
<li>Entender e investir em fundos com recorte de gênero, como o <u><a href="https://femalefoundersfund.com/">Female Founders</a></u> Fund, que investe em empresas iniciantes e lideradas por mulheres</li>
<li>Convidar mais mulheres para eventos do ecossistema, não é difícil encontrar painéis apenas com homens e essa falta de diversidade nos eventos contribui para a manutenção de poucos modelos em que as empreendedoras possam se inspirar</li>
<li>Intervir quando presenciar atitudes que possam estar reproduzindo um estereótipo negativo sobre as mulheres e convidar para o diálogo, juntos e conscientes das desigualdades temos um maior potencial de impacto positivo no ecossistema!</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Série Semeando Diversidade: Qual a importância da igualdade de gênero na sua startup?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Baptista Luz Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Dec 2018 17:37:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos e insights]]></category>
		<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Startup]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro artigo da série Semeando Diversidade traz convidadas especialistas em Direito da Mulher para explicar a importância de diversidade de gênero no ecossistema de startups.  A pauta da diversidade está em alta, e um dos assuntos que mais ganham destaque é, sem dúvidas, o da igualdade de gêneros. Quando se trata do tema relacionado [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="http://baptistaluz.com.br/espacostartup/semeando-diversidade-qual-a-importancia-da-igualdade-de-genero-na-sua-startup/">Série Semeando Diversidade: Qual a importância da igualdade de gênero na sua startup?</a> apareceu primeiro em <a href="http://baptistaluz.com.br">Baptista Luz</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>O primeiro artigo da série <a href="https://baptistaluz.com.br/espacostartup/introducao-a-serie-semeando-diversidade/">Semeando Diversidade</a> traz convidadas especialistas em Direito da Mulher para explicar a importância de diversidade de gênero no ecossistema de startups. </em></p>
<p>A pauta da diversidade está em alta, e um dos assuntos que mais ganham destaque é, sem dúvidas, o da igualdade de gêneros. Quando se trata do tema relacionado às startups, é preciso saber que se importar com a igualdade entre homens e mulheres não é apenas uma questão de politicamente correto, ou  de se adotar um selo de responsabilidade social. Vários estudos comprovam que a igualdade entre gêneros nas empresas traz inúmeros <strong>benefícios</strong> e <strong>evita litígios judiciais.</strong></p>
<p>Antes de entender como o investimento em equidade pode aumentar as chances de sucesso de um negócio e diminuir seus riscos jurídicos, é preciso entender como ainda se configura nosso atual cenário empresarial e corporativo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Situação das mulheres nas startups</strong></h2>
<p>Apesar da presença feminina no mercado de trabalho hoje já ser praticamente equiparada à masculina, ainda existe grande desigualdade. Quando o assunto é especificamente a presença de <a href="https://baptistaluz.com.br/espacostartup/serie-semeando-diversidade-mulheres-no-ecossistema-de-startups/">mulheres em startups</a>, uma pesquisa<a href="#_ftn1" name="_ftnref1"><sup>[1]</sup></a> realizada com 35 empresas brasileiras constatou que o percentual feminino é ainda menor do que no mercado em geral: em média 25%, enquanto no geral a faixa é de 37%.</p>
<p>De acordo com o questionário respondido nessa pesquisa, aproximadamente 70% dos funcionários de startups são homens. As poucas mulheres dessas empresas são, em grande parte, responsáveis por áreas como comunicação e marketing, e minoria em desenvolvimento de sistemas ou liderança. Tal dado revela muito sobre como as mulheres ainda não obtém papéis de destaque nesses espaços.</p>
<p>Países como Estados Unidos e Inglaterra perceberam que, ao diminuir os abismos de oportunidades, suas empresas se tornaram mais lucrativas, inovadoras e competitivas. Por isso, várias das principais líderes de mercado têm apostado em não só aumentar o número de mulheres em seus quadros, como também fazê-las permanecer, progredir e garantir uma real paridade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Benefícios da igualdade de gênero </strong></h2>
<p>Pesquisas apontam que a igualdade de gêneros faz bem para os negócios, e isso se verifica em vários aspectos:</p>
<h3><u>1. Diversidade gera inovação e produtividade</u></h3>
<p>Pessoas diferentes contribuem com visões diferenciadas, o que contribui para a inovação na tomada de decisões. Pesquisas apontam que a presença de mulheres na liderança contribui para soluções mais eficientes de problemas, já que elas são capazes de trazer perspectivas de acordo com suas experiências, que diferem das masculinas.</p>
<p>Mas para isso, é preciso abrir espaço e criar condições para que elas possam apresentar suas ideias. No estudo realizado com diversas startups brasileiras, as mulheres no ramo de tecnologia declararam que se sentem mais confortáveis de exprimir suas ideias quando existem outras mulheres na equipe, e quando sentem que não serão discriminadas por conta de seu gênero.</p>
<p>A diversidade, por isso, aumenta a criatividade, enriquece as perspectivas da empresa e resulta em inovação e produtividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><u>2. Startups com mais mulheres na liderança possuem maior lucratividade </u></h3>
<p>Um estudo realizado pelo The Boston Consulting Group (BCG)<a href="#_ftn2" name="_ftnref2"><sup>[2]</sup></a> mostrou que, apesar de startups fundadas e lideradas por mulheres receberem menos investimentos, empresas fundadas e gerenciadas por mulheres têm maior receita. Segundo a pesquisa, apesar dessa disparidade na atração de investimentos &#8211; justificada, inclusive, pela falsa ideia de que mulheres não entenderiam de finanças -, startups fundadas e co-fundadas por mulheres tiveram um desempenho melhor ao longo do tempo, gerando 10% a mais em receita acumulada ao longo de um período de cinco anos: US$730.000 em comparação com US$662.000.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><u>3. Fortalecimento da marca</u></h3>
<p>A responsabilidade social já vem sendo adotada por muitas empresas como um diferencial. Ao adotar políticas de igualdade, a companhia mostra seus valores à sociedade e fortalece sua imagem no mercado. Entre dois concorrentes, os clientes tendem a optar pela marca que mais se aproxima de valores politicamente corretos. Além disso, o compromisso com igualdade e diversidade vem sendo observado por parceiros comerciais e investidores, sendo considerado, muitas vezes, fator indispensável para a assinatura de contratos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><u>4. Diminuição de riscos jurídicos</u></h3>
<p>Por fim, e não menos importante, adotar políticas de igualdade <strong>diminui riscos jurídicos</strong> para as empresas.</p>
<p>A legislação brasileira proíbe qualquer forma de discriminação, e nisso se incluem as discriminações por gênero. Atitudes discriminatórias são mais propensas em ambientes desiguais, e podem gerar a responsabilização jurídica das empresas nas esferas cível, trabalhista e até criminal. Podemos citar, como exemplos, a diferenciação salarial, a imposição de barreiras para a promoção de mulheres e o assédio sexual.</p>
<p>Em relação ao <a href="https://baptistaluz.com.br/institucional/assedio-sexual-no-trabalho/">assédio sexual</a>, especificamente, essa questão vem se tornando uma pauta cada vez mais levantada pelas mulheres e colocando empresas sob os holofotes nos tribunais e na opinião pública. Há cerca de um ano, o movimento #metoo vem denunciando esse tipo de prática que ainda é bem comum em nossa realidade. Dados da Organização Internacional do Trabalho<a href="#_ftn3" name="_ftnref3"><sup>[3]</sup></a> indicam que cerca de 52% das mulheres já sofreu assédio sexual no ambiente de trabalho e a jurisprudência das cortes nacionais vêm registrando aumento das demandas trabalhistas sobre essas questões, bem como as indenizações ofertadas para as vítimas.</p>
<p>Empresas condenadas por assédio sexual podem ter de pagar indenizações milionárias à vítima, além de terem sua imagem manchada no mercado &#8211; talvez até de maneira irreversível.</p>
<p>Por isso, a criação de estruturas de promoção de igualdade e de combate ao assédio reduz não apenas a ocorrência desse tipo de prática, como também resguarda a empresa juridicamente de ações movidas por conta de episódios como esses.</p>
<p>E sempre vale lembrar: quanto maior o risco jurídico, maior o prejuízo financeiro e o dano à imagem da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>Não são poucos os motivos pelos quais as empresas e startups em geral devem se preocupar em garantir um ambiente com paridade entre homens e mulheres. O compromisso com a equidade, além de causar impactos positivos na sociedade, traz também inúmeros benefícios para as empresas, que se tornam mais lucrativas, competitivas, inovadoras e juridicamente seguras. Medidas como reestruturação interna, programas de carreira que levem em consideração as disparidades de gênero, canais de denúncia para violência sexual, palestras e treinamentos são medidas possíveis para garantir o bem-estar dos colaboradores e das colaboradoras e a segurança da empresa.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>12 passos para você fazer o reposicionamento da sua marca</title>
		<link>http://baptistaluz.com.br/espacostartup/12-passos-para-voce-fazer-o-reposicionamento-da-sua-marca/</link>
					<comments>http://baptistaluz.com.br/espacostartup/12-passos-para-voce-fazer-o-reposicionamento-da-sua-marca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Baptista Luz Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Oct 2017 13:32:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Startup]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[reposicionamento de marca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vejo muitas empresas pensando em reposicionamento de marca quando já é tarde demais. A concorrência dominou toda a sua participação no mercado, trazendo ainda mais dificuldades para sua companhia obter sua parcela de mercado e recuperar sua posição? Se sua empresa encontra-se nessa posição, já está na hora de tomar uma atitude! Fazer mudanças sutis [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="http://baptistaluz.com.br/espacostartup/12-passos-para-voce-fazer-o-reposicionamento-da-sua-marca/">12 passos para você fazer o reposicionamento da sua marca</a> apareceu primeiro em <a href="http://baptistaluz.com.br">Baptista Luz</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Vejo muitas empresas pensando em reposicionamento de marca quando já é tarde demais. A concorrência dominou toda a sua participação no mercado, trazendo ainda mais dificuldades para sua companhia obter sua parcela de mercado e recuperar sua posição?</strong></p>
<p>Se sua empresa encontra-se nessa posição, já está na hora de tomar uma atitude!</p>
<p>Fazer mudanças sutis na cor do seu logotipo, remover uma parte de seu nome que não teve impacto imediato ou de longo prazo não são ações suficientemente significativas para impactar o negócio. Podem não resolver o seu maior problema.</p>
<p>Na verdade, pouquíssimas empresas conseguem o reposicionamento de suas marcas sem ter uma ótima estratégia e plano traçado para isso.</p>
<p><em>Rebrand</em> é mais do que apenas um novo nome e um logotipo. Toda a personalidade da sua marca precisa ser renovada e atualizada. Todos os aspectos da sua marca serão afetados. Para marcas com legado, isso pode ser uma tentativa difícil de fazer.</p>
<p>Isso afetará negativamente o seu negócio? O maior medo pode ser “vamos perder todos esses anos de tração de afinidade da marca?”</p>
<p>Se você acha que é hora de um reposicionamento, recomendo considerar uma grande quantidade de fatores para determinar se é o momento certo ou se há apenas uma necessidade de redirecionar sua estratégia de marketing ou adicionar ou subtrair serviços adicionais.</p>
<p>O seu público-alvo mudou? A pesquisa de mercado mostrou que existem melhores serviços ou produtos com os quais sua marca deve estar envolvida ou vendida?</p>
<p>As tecnologias novas e emergentes usurparam seu modelo de negócio? Se um dessas perguntas estiver sem resposta, está na hora de rever seu posicionamento.</p>
<h2><strong>Aqui estão alguns passos e perguntas-chave a serem feitas para determinar se você precisa de um reposicionamento:</strong></h2>
<h3><strong>1 |Faça o diagnóstico:<u> </u></strong></h3>
<p>Faça sua própria pesquisa interna com as partes interessadas e a equipe executiva. Elabore também uma entrevista e uma pesquisa com clientes atuais e parceiros para determinar onde sua marca está falhando e onde pode se aprimorar.</p>
<h3><strong>2 |Faça uma auditoria da marca:</strong></h3>
<p>Faça uma auditoria da empresa/<a href="https://baptistaluz.com.br/espacostartup/protecao-marcas-na-internet/">marca</a>. Descubra quais problemas no posicionamento atual impactam a empresa. A mudança afetará o negócio positivamente.</p>
<h3><strong>3 |Depois, faça uma auditoria de Marketing:</strong></h3>
<p>Analise seus esforços de marketing passados e atuais. Você está investindo na marca corretamente?</p>
<h3><strong>4 |Pesquisa de mercado:</strong></h3>
<p><strong><br />
</strong>Descubra informações sobre sua concorrência e sua base de clientes atual. O seu alvo é a pessoa certa sobre a qual você deve se concentrar? Existem novas pessoas com quem você não está envolvido e que deveria estar?</p>
<h3><strong>5 | Sua mensagem de marketing é ressonante?<u> </u></strong></h3>
<p>A sua mensagem de marketing está abordando as questões corretas? Algo mudou? Você realmente falou com sua audiência todo esse tempo?</p>
<h3><strong>6 | Equipe executiva na mesma página? </strong></h3>
<p>A equipe executiva acredita que um reposicionamento da marca é necessário? A empresa está indo na mesma direção? A missão mudou ou a sua empresa cresceu?</p>
<h3><strong>7 | Crie um documento de Estratégia:<u> </u></strong></h3>
<p>Crie um documento que descreva sua missão e mensagem de marketing, seu público alvo, seus objetivos de negócios e seus objetivos de marketing. Incorporar as descobertas do diagnóstico no relatório.</p>
<p>Quais métricas você usará para determinar seu sucesso com o reposicionamento? O foco mudou? Revise com a equipe executiva para ver se todos estão na mesma página.</p>
<h3><strong>8 | Faça uma estratégia de Marketing:</strong></h3>
<p>Depois de obter o feedback da equipe executiva e dos principais interessados, junte uma estratégia de marketing e planos específicos sobre como você enviará sua nova mensagem de marca.</p>
<p>Um reposicionamento envolve muitos elementos. Além disso, algo a ser observado é a compreensão da antecipação dos custos adicionais que acompanham um reposicionamento deve ser calculada antes de avançar. Um reposicionamento de marca pode ser um investimento pesado.</p>
<h3><strong>9 | Documente seus personagens por prioridade:<u> </u></strong></h3>
<p>Conheça seu público e o que os faz marcar. Uma persona é uma representação de pessoas reais que compõem sua base de clientes. Quais são os pontos de dor? Quem são eles? Coloque-os em ordem de prioridade.</p>
<h3><strong>10 | Redesenhe seu site:</strong></h3>
<p>Uma das melhores maneiras e horários para lançar o reposicionamento da empresa é com um site redesenhado. É importante rever o seu site e o que realmente diz com a sua estrutura e design.</p>
<p>Ele é amigável e realmente representa a marca com uma imagem positiva? Está falando para o seu público e dando a eles uma razão para se envolver com a marca?</p>
<h3><strong>11 | Planeje a jornada do seu cliente:<u> </u></strong></h3>
<p>Não deixe isso ao acaso. Você quer guiar seus clientes através de uma jornada personalizada? Crie algo exclusivo para eles.</p>
<h3><strong>12 | Estratégia de Comunicação:<u> </u></strong></h3>
<p>Entendidas as etapas de marketing e novo posicionamento, chega a hora de comunicar essa mudança de mentalidade aos seus pontos de contato.</p>
<p>É nesse momento que se cria uma estratégia de comunicação que alcance seu público utilizando os canais necessários. Sejam eles via imprensa, <a href="https://baptistaluz.com.br/espacostartup/transformando-o-direito-influenciadores-virtuais/">redes sociais</a> ou através de produção de conteúdo próprio (<em>branded content</em>)</p>
<p>Aqui estão os itens essenciais que uma empresa precisará para ter um reposicionamento de sucesso. Você pode não precisar fazer tudo isso, mas se vai investir tempo e dinheiro, invista em compreender seu público alvo e criar sua marca de forma coesa é estratégica.</p>
<ul>
<li>Novo logotipo</li>
<li>Novo nome</li>
<li>Novo <em>website</em></li>
<li>Novo Planejamento de marketing</li>
<li>Estratégia de Comunicação</li>
<li>Estratégia de mídia social</li>
<li>Estratégia de relações públicas</li>
</ul>
<p>Um dos maiores elementos de uma marca de sucesso é a cultura da sua empresa. Ainda tem paixão e impulso quando a empresa abriu suas portas pela primeira vez?</p>
<p>A moral diminuiu ou a força de trabalho foi queimada ou perdeu o seu caminho? Um reposicionamento de marca deve começar de dentro para fora.</p>
<p>Deve haver uniformidade em todos os canais com a nova mensagem e proposta de valor. Embora este processo possa ser estressante e esmagador, reposicionar uma marca deve trazer energia, emoção e nova vida para a empresa e sua equipe.</p>
<p>Como se pode esperar &#8211; Você não pode simplesmente recarregar, configurá-lo e esquecer. <em>Branding</em> é um processo em andamento.</p>
<p>Na era das redes sociais, as empresas agora têm a capacidade de monitorar a satisfação do cliente e ver o que as pessoas estão falando sobre sua marca em tempo real. O <em>feedback</em> é instantâneo</p>
<p>Branding não é o que você acha da sua marca &#8211; é o que seus clientes e potenciais clientes pensam, sentem e esperam quando entram em contato com seu produto, logotipo ou nome da sua empresa.</p>
<p>O que a sua marca representa? Qual é a história da marca? Depois de fazer um reposicionamento, seja consistente e persistente com sua mensagem. Continue ouvindo seus clientes. Eles vão te dizer o que eles querem.</p>
<h2><strong>Conclusão:</strong></h2>
<p>Nesse artigo você entendeu a importância de fazer um reposicionamento da sua marca e o impacto que ela terá em seus negócios futuros. Não se esqueça de sempre seguir esses doze passos em qualquer projeto que fará com sua equipe no futuro.</p>
<p>Você precisa ter um plano de ação claro para engajar e envolver. Ter uma estratégia de marketing de entrada, por exemplo, usando conteúdo com curadoria que ressoaria com seu público e direcionará o tráfego para o seu site ou página de destino.</p>
<p>Ter uma estratégia de mídia social e focar uma maneira de entender a palavra empregando uma empresa de relações públicas para ajudar a divulgar com um tom de voz ou encontrar maneiras criativas de divulgar sua marca.</p>
<p>Fale com um profissional especializado ou converse com seu gerente de marketing, não tenha medo de pedir ajuda.</p>
<p>Warren Buffet diz: demora 20 anos para construir uma reputação, e 5 minutos para destruir.</p>
<p>O post <a href="http://baptistaluz.com.br/espacostartup/12-passos-para-voce-fazer-o-reposicionamento-da-sua-marca/">12 passos para você fazer o reposicionamento da sua marca</a> apareceu primeiro em <a href="http://baptistaluz.com.br">Baptista Luz</a>.</p>
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		<title>FAQ – A nova regulação do Bacen sobre marketplaces</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Baptista Luz Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 17:44:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Startup]]></category>
		<category><![CDATA[regulação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que diz a “nova” regulamentação do Bacen para marketplaces? Na verdade não existe uma regulamentação para marketplaces. O que aconteceu foi que a regulamentação do Bacen para arranjos de pagamentos acabou afetando alguns modelos de negócios de marketplaces. Isso porque a Circular nº 3.682 que regulamenta os arranjos de pagamentos, com a alteração introduzida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><strong> O que diz a “nova” regulamentação do Bacen para marketplaces?</strong></h2>
<p>Na verdade não existe uma regulamentação para marketplaces. O que aconteceu foi que a regulamentação do Bacen para arranjos de pagamentos acabou afetando alguns modelos de negócios de marketplaces. Isso porque a Circular nº 3.682 que regulamenta os arranjos de pagamentos, com a alteração introduzida pela circular nº 3.765, estipulou a regra da liquidação em grade centralizada. Isso significa que todos os participantes dos arranjos de pagamentos de cartões, que participam do fluxo financeiro, devem fazer a liquidação em uma câmara, escolhida pelos instituidores dos arranjos. Na prática funciona da seguinte forma: as bandeiras, que são as instituidoras dos arranjos de pagamentos e, portanto, criam as regras que regem o recebimento de pagamentos por meio dos cartões, escolhem uma câmara de liquidação. Então, todos os participantes da cadeia de pagamentos devem integrar com a câmara escolhida (a principais bandeiras escolheram a  CIP para fazer a liquidação centralizada). O Bacen considera participante do arranjo todos que tocam o fluxo financeiro de outro participante. Por isso, os marketplaces que intermediavam o pagamento de seus clientes &#8211; isto é, recebiam e repassavam o dinheiro, foram afetados pela regulamentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong> Quem são os marketplaces? Todos são afetados?</strong></h2>
<p>Marketplaces são empresas que adotam um modelo de negócios de aproximação entre vendedores e compradores, Ele é um parceiro que viabiliza a relação entre vendedores e compradores, mas sem fixar o produto e o preço cobrado. Também pode ser considerado marketplace o e-commerce que vende produtos próprios e de terceiros. É importante lembrar que não necessariamente o marketplace intermedia o fluxo financeiro, mas aqueles que atuam desta forma serão afetados pela regulamentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong> Caso eu seja um marketplace afetado, o que devo fazer? Os custos são elevados?</strong></h2>
<p>A primeira coisa que um marketplace deve fazer é revisitar seu modelo de negócios. É preciso entender se ele participa ou não do fluxo financeiro de terceiros para saber se a regulamentação o afeta. Supondo que ele participe, o próximo passo é avaliar quanto isso é importante para ele. Ele tem um modelo de negócios  que permite abrir mão da gestão desse fluxo? Se a resposta for sim, ele poderá buscar um parceiro que ofereça uma ferramenta de split. Se o marketplace entende que precisa estar no fluxo financeiro, então será necessário se preparar para a liquidação na CIP. Isso pode ser feito de diversas formas. Algumas empresas, chamadas de PSTI (provedores de serviços de tecnologia da informação) oferecem soluções de integração com a CIP que exigem um menor esforço de desenvolvimento. Também é possível fazer o desenvolvimento interno. Cada solução tem seu custo. Os valores podem mudar muito de acordo com o volume da operação, mas, de um modo geral, para empresas cujo foco não é intermediar os pagamentos buscar um parceiro que faça split costuma ser a opção mais viável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong> Há alternativas? A adoção do split payment é uma solução?</strong></h2>
<p>O split payment é a forma mais comum no mercado de sair do fluxo financeiro. A ferramenta garante que o marketplace receba apenas a sua parte do valor da transação, sem tocar o dinheiro de seus clientes. Qualquer ferramenta ou solução que evite que o fluxo financeiro das transações passe pelo marketplace poderia ser utilizada para descaracterizar o marketplace como intermediador de pagamentos e, com isso, afastar a aplicação da regulamentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong> As startups realmente serão as mais impactadas por essa nova regulamentação?</strong></h2>
<p>A regulamentação não diferencia startups de outras empresas. Nesse sentido, é possível afirmar que o impacto pode ser maior. De certa forma, a Startup terá que lidar com com custos e fluxos novos que não necessariamente estavam previstos  em seus modelos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong> A partir de quando devo cumprir com essa regulamentação? Caso eu não cumpra, o que pode acontecer?</strong></h2>
<p>Originalmente a data seria 04 de setembro de 2017. O mercado entendeu que esse prazo era muito curto e difícil de ser cumprido e fez diversos pedidos ao Bacen para flexibilizá-lo. O Bacen decidiu alterar o prazo apenas para o intermediadores de pagamentos (marketplaces e subadquirentes). A Circular 3.842 adicionou um ano ao prazo original. Agora marketplaces e subadquirentes terão até 28 de setembro de 2018 para se adequar a regulamentação. Vale lembrar que para bandeiras, adquirentes, instituições domicílio o prazo continua o mesmo.</p>
<p>Caso um participante do arranjo de pagamentos não esteja adequado na data prevista, ele pode deixar de receber pagamentos por meio de cartões, além de receber sanções das bandeiras. O Bacen fiscalizará as bandeiras e elas deverão fiscalizar os participantes de seus arranjos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O uso de marcas de terceiros no desenvolvimento de jogos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Baptista Luz Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 15:16:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Startup]]></category>
		<category><![CDATA[contrato]]></category>
		<category><![CDATA[convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[transações de tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A representação da realidade e a interatividade de jogos evoluiu muito nos últimos anos. Desenvolvedores têm conseguido apresentar universos riquíssimos em detalhes, mecânicas, inteligência artificial etc. Muitas vezes, isso passa pela reprodução de marcas já existentes de clubes esportivos, carros, redes de alimentos, armas, roupas e assim por diante. A partir daí surgem dúvidas tanto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A representação da realidade e a interatividade de jogos evoluiu muito nos últimos anos. Desenvolvedores têm conseguido apresentar universos riquíssimos em detalhes, mecânicas, inteligência artificial etc. Muitas vezes, isso passa pela reprodução de marcas já existentes de clubes esportivos, carros, redes de alimentos, armas, roupas e assim por diante.</p>
<p>A partir daí surgem dúvidas tanto para os desenvolvedores – como usar, se é preciso pagar, como obter a autorização – e até dos próprios titulares das marcas – sobre como proteger seus ativos do aproveitamento indiscriminado.</p>
<p>Em alguns casos, a necessidade de autorização é óbvia como, por exemplo, jogos de futebol como FIFA e Pro Evolution Soccer (PES). Aliás, lembra dos problemas envolvendo a licença dos times brasileiros e o uso de imagem dos jogadores nessas séries? Porém, essa obrigatoriedade nem sempre é tão evidente.</p>
<p>Afinal, a legislação brasileira e os tratados internacionais sobre propriedade intelectual não fazem uma previsão específica para o uso em jogos. Por isso, coube aos doutrinadores e ao Poder Judiciário tentar definir os contornos do uso regular (ou irregular) de marcas.</p>
<p>Nos Estados Unidos, por exemplo, o caso <em>Brown v Entertainment Merchants Assn</em> (2011) foi um marco para o setor. Nele, a Suprema Corte reconheceu a proteção da livre expressão aos videogames assim como livros e filmes. Apesar da decisão discutir a venda ou aluguel de jogos violentos para menores, ajudou a definir a natureza jurídica e proteção dessa mídia. <a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a></p>
<p>No país, os tribunais têm examinado a questão do uso de marcas de terceiros em videogames a partir do chamado “teste de Roger<em>”</em>. Esse teste tenta ponderar o interesse público de se evitar a confusão de consumidores (entre marcas) com o interesse público da liberdade de expressão artística (Rogers v Grimaldi, 1989). Para tanto, deve-se verificar se o uso da marca é artisticamente relevante e, em seguida, há possibilidade de engano sobre a fonte ou conteúdo em questão.<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a></p>
<p>Esse tipo de exercício é bastante comum no campo do audiovisual. Afinal, qualquer filmagem, em espaços público ou fechado, eventualmente vai lidar com a exposição de uma marca ou produto. Por isso, muitos realizadores redobram o cuidado com alguns enquadramentos e com a edição final. Obviamente, essa questão da marca varia bastante se estamos falando de uma ficção, um documentário, uma obra publicitária e assim por diante. <a href="#_ftn3" name="_ftnref3">[3]</a></p>
<p>Feitas essas considerações, podemos esboçar uma lista de 10 perguntas para ajudar a saber se o uso de uma marca de terceiro no jogo é regular e o eventual risco de algum conflito:</p>
<ol>
<li>Como a marca será inserida no jogo?</li>
<li>Ela terá destaque ou será secundária?</li>
<li>O uso da marca é indispensável para o desenvolvimento do jogo?</li>
<li>A marca será objeto de crítica, promoção ou comentário por parte dos personagens?</li>
<li>O jogo permitirá que os usuários façam alterações e interações de algum modo com a marca inserida?</li>
<li>A marca será reproduzida fielmente ou como uma paródia? Uma versão?</li>
<li>A marca irá aparecer em materiais promocionais e de marketing do jogo?</li>
<li>Qual o tipo de jogo em questão? Videogame? Cartas? Board games? Para celular?</li>
<li>Existe previsão de licenciamento de produtos a partir de jogo como figuras de ação, camisetas, itens colecionáveis?</li>
<li>Como será a distribuição do jogo? Gratuita? Comercial? No Brasil? No mundo?</li>
</ol>
<p>Você desenvolvedor ou empreendedor deve ter percebido que o assunto não é assim “preto no branco”. Logo, desconfie de afirmações muito categóricas sobre o que pode ou não ser feito sem uma análise apropriada de seu projeto. O ideal, para que se evitem frustrações, é verificar as condições do uso da marca ainda no início do projeto (sempre que possível).</p>
<p>Abraços e boas ideias.</p>
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		<item>
		<title>Interesse de empresas familiares por startups cresce no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Baptista Luz Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 13:50:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Startup]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento sucessório e família]]></category>
		<category><![CDATA[Societário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil é um país formado tradicionalmente por empresas familiares e, de acordo com a 7ª Pesquisa sobre Empresas Familiares da PwC, essas empresas familiares se expandiram mais do que a média global. Aqui elas cresceram 79% em um ano, enquanto no mundo, o crescimento registrado foi de 65%. Diante desses números e com o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">
<p>O Brasil é um país formado tradicionalmente por empresas familiares e, de acordo com a 7ª Pesquisa sobre Empresas Familiares da PwC, essas empresas familiares se expandiram mais do que a média global. Aqui elas cresceram 79% em um ano, enquanto no mundo, o crescimento registrado foi de 65%.</p>
<p>Diante desses números e com o avanço da tecnologia, das mídias sociais e digitais, 80% dessas companhias demonstraram a necessidade de se adaptar interna e externamente a essas modificações para não perderem espaço para os concorrentes.</p>
<p>E, uma possível resposta para essa necessidade &#8211; de adaptação e modificação na forma de gerir os negócios &#8211; pode ser o investimento em startups por parte das empresas familiares, o que, segundo Flávia Silveira, sócia na IGC Partners, já é uma realidade.</p>
<p>Ela explicou que o investimento em empresas inovadoras apresenta-se como uma troca de conhecimento: enquanto as startups precisam da mentoria de empresários experientes e de dinheiro para fazer a empresa crescer, as empresas familiares precisam de inovação e de compreensão sobre o novo mercado que surge com o avanço da tecnologia no dia a dia da população.</p>
<p>Essa troca de conhecimento permite que as empresas familiares se espelhem nas ações das startups, trazendo inovação para dentro de uma empresa tradicional e levando experiência à startup. Uma pesquisa, realizada em 2016 pela PwC, apontou que 53% das empresas familiares brasileiras dizem já ter se esforçado para fazer a empresa entender a importância de uma clara estratégia digital, que faz parte da modificação global.</p>
<p>Com isso, observamos um movimento de mudança no país com o aumento de interesse de empresas tradicionais pelo empreendedorismo de inovação, cerca de 85% das startups &#8211; empresas de base tecnológica com alto potencial de crescimento &#8211; são iniciadas com recursos familiares. Isso estimula inovação, renova as empresas familiares e ainda incentiva novas formas negócios no país, atuando como compradores estratégicos de startups, ou seja, empresas que compram startups com boa precificação. Quer assistir toda a palestra da Flávia Silveira?<a href="https://www.youtube.com/watch?v=g3XYxTzuW0M"> Clique aqui no YouTube da Anjos do Brasil!</a></p>
<p><a href="https://www.pwc.com.br/pt/publicacoes/setores-atividade/assets/pcs/pesq-emp-fam-14.pdf">Fontes de pesquisa:</a></p>
<p><a href="https://www.pwc.com.br/pt/publicacoes/setores-atividade/assets/pcs/pesq-emp-fam-14.pdf">https://www.pwc.com.br/pt/publicacoes/setores-atividade/assets/pcs/pesq-emp-fam-14.pdf</a></p>
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		<item>
		<title>Em qual perfil enquadra-se sua startup? Veja os 6 perfis.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Baptista Luz Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jun 2017 13:37:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Convidados]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço Startup]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem já iniciou a sua própria startup vai concordar com esta afirmação: Uma startup é um sonho, mas pode tornar-se um pesadelo ao mesmo tempo. É um sonho porque, finalmente, você resolveu fazer o negócio do seu jeito, executando aquela grande ideia e fazendo acontecer. Você desejou tanto aquilo que o sonho começa a ganhar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem já iniciou a sua própria startup vai concordar com esta afirmação: Uma startup é um sonho, mas pode tornar-se um pesadelo ao mesmo tempo.</p>
<p>É um sonho porque, finalmente, você resolveu fazer o negócio do seu jeito, executando aquela grande ideia e fazendo acontecer. Você desejou tanto aquilo que o sonho começa a ganhar corpo, e agora você tem uma possibilidade concreta de fazer uma mudança no mundo <strong>(e talvez ganhar alguns milhões). </strong></p>
<p>Mas, também é um pesadelo – porque tudo está sob sua responsabilidade. Você sente o peso do mundo sobre seus ombros e a responsabilidade de fazer acontecer. Obter financiamento, crescimento, recrutamento, branding, marketing são apenas alguns itens de uma lista de afazeres enorme. De repente você só tem 24 horas no dia, que parecem não ser suficientes. Quem nunca esteve nessa situação?</p>
<p>Por isso é importante detectar o perfil da sua Startup.Definir esse perfil vai ajudar você a focar e a seguir pelo caminho certo.</p>
<p>Se for um projeto inicial, você vai precisar preparar o sprint inicial para estruturá-la. Se já estiver em andamento,vai precisar  prepará-la para o crescimento.</p>
<p>Mas, antes mesmo de definir o perfil, é preciso entender “O que é uma startup”. Separei aqui uma definição bem objetiva e atual, de <strong>Yuri Gitahy,</strong> um especialista em Startup, que entendo ser a melhor descrição que li até hoje.</p>
<p><strong><em>“Uma Startup é um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócio repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza.” </em></strong></p>
<p>“Condições de extrema incerteza” parece uma expressão assustadora. Esta é uma questão importante para refletir, antes mesmo de iniciar algo. Responda, com sinceridade: Você está pronto para trabalhar em condições de extrema incerteza? Nos últimos tempos tenho feito muitas reuniões com empreendedores e participei com um estande no evento <a href="https://case.abstartups.com.br">CASE 2016</a> realizado pela ABSTARTUP no mês de novembro no Anhembi. Látive a oportunidade de conversar com muitos empreendedores, investidores, com o sonho de fazer sua Startup acontecer. Porém, o que senti é que muitos não conhecem seu próprio perfil. A grande maioria tem muitas ideias,  pouca informação e quase nenhum foco na realização.</p>
<p>É esse cenário de que fala o especialista <strong>Yuri Gitahy</strong>. A incerteza diz respeito aos riscos por trás do negócio, se ele vai ou não dar certo. Esse aspecto também está na mira dos investidores. Todos querem saber se o negócio é sustentável. Se vai gerar lucro ou não. Se esse negócio vai crescer e tornar-se uma marca de sucesso como UBER, AIRBNB, 99TAXI, WAZE, entre outras que estão nos proporcionando experiências marcantes por ai.</p>
<p>Por esses e outros motivos, fui pesquisar mais sobre esse universo de <strong>Startup</strong>, com o objetivo de compreender melhor os perfis de <em>Startup</em> e encontrei mais alguns especialistas em startups, como o <a href="https://steveblank.com"><strong>Steve Blank</strong></a>, que fez uma definição interessante.</p>
<p><strong>Os 6 perfis de Startup:</strong></p>
<p><strong>1 | O Lifestyle Startup.</strong></p>
<p>São empreendedores que vivem a vida que amam e trabalham apenas para eles mesmos, enquanto seguem suas paixões pessoais. Um ótimo exemplo são os surfistas e mergulhadores que possuem pequenos negócios focado em dar aulas para pagar suas contas enquanto desfrutam suas paixões.</p>
<p><strong>2 | Pequenas empresas, geralmente de propriedade e gestão familiar.</strong></p>
<p>Eles trabalham tão duro como qualquer empresário do Vale do Silício. Eles geram emprego, contratam funcionários locais ou familiares. A maioria não é tão rentável. Pois, o empreendedorismo de pequenas empresas, muitas vezes, não é projetado para ganhar escala: os proprietários querem possuir seu próprio negócio e “alimentar a família” … Mas em números absolutos, eles são infinitamente mais representativos do “empreendedorismo” do que os empreendedores de outras categorias – e suas empresas giram a economia local.</p>
<p><strong>3 | Startup escalável, nascida para ser grande.</strong></p>
<p>Os fundadores acreditam que a sua visão pode mudar o mundo.Muito diferente dos pequenos que buscam apenas “ganhar a vida”, eles almejam criar capital gerando uma recompensa de vários milhões.<br />
Esse perfil de startup foi  projetado para que a empresa seja escalável. As startups escaláveis tendem a se agrupar em <em>clusters</em> de inovação (Silicon Valley, Xangai, Nova York, Boston, Israel, etc.). Eles compõem uma pequena porcentagem dos seis tipos de startups, mas por causa do grande retorno, atraem todo o capital de risco (e pressionam).</p>
<p><strong>4 | Startups projetada para ser vendida rapidamente</strong></p>
<p>Seu objetivo não é construir um negócio de bilhões de dólares. Elas foram criadas para serem vendidas a uma empresa maior e, nessa transação, atingir seu percentual de lucro. Uma solução consistente e uma marca forte podem trazer retornos surpreendentes.</p>
<p><strong>5 | Grandes empresas iniciantes</strong></p>
<p>Mudanças no perfil do consumidor, novas tecnologias e multiplataformas, hiper-conectividade, legislação, novos concorrentes, entre outros fatores, podem criar pressão para essas grandes empresas se reinventarem, propondo inovações mais disruptivas – exigindo que as grandes empresas criem produtos inteiramente novos vendidos a novos consumidores em novos mercados (Um exemplo, Google e Android).As empresas fazem isso por meio da aquisição de empresas inovadoras, ou ao tentar criar um produto internamente.</p>
<p><strong>6 | Startups Sociais</strong></p>
<p>Geralmente são alguma forma de fundação social… Ao contrário das startups escaláveis, seu objetivo não é ganhar participação de mercado ou gerar riqueza para os fundadores. Seu propósito é, na verdade, tornar o mundo um lugar melhor.</p>
<p><strong>Blank</strong> menciona que existem muitas falhas de interpretação no perfil das startups e que o aumento na quantidade de fracassos envolve também o perfil cultural de cada país. No meu ponto de vista, não precisamos apenas d­­­e investimento para alavancar mais negócios; precisamos é de uma evolução na educação dos futuros empreendedores, gerando uma cultura única, um sistema mais consistente para que o empreendedor tenha um maior discernimento em suas escolhas e decisões. Entre elas, saber o perfil correto da sua startup, assim como as questões burocráticas, que envolvem o desafio de ingressar em uma empreitada como essa.</p>
<p>Você precisa de uma mão. Há tanto tempo procura alguém para ajudá-lo a economizar tempo e dinheiro, para aumentar suas chances de crescer com sucesso seu negócio. Especialmente para você, preparamos um Programa de Apoio a Startups. O <strong>GrowUP</strong> tem como objetivo orientar o empreendedor nessa jornada, proporcionando o suporte no sprint inicial e visando o crescimento da sua marca.</p>
<p>Você tem mais informações sobre esse assunto e gostaria de compartilhar? Não perca tempo e mande um e-mail para <a href="mailto:helio@newgrowing.com">helio@newgrowing.com</a>. Meu objetivo é reunir pessoas interessadas nesses assuntos para fomentar ainda mais conhecimento em prol do processo de aprendizagem através da colaboração. Juntos somos mais fortes.</p>
<p>Já se perguntou qual a Alma da sua startup? E o que é necessário para ser uma marca de sucesso?</p>
<p>Nós preparamos um e-book que aborda alguns desses temas, baixe agora: <a href="https://www.newgrowing.com/e-book-alma-da-startup/">https://www.newgrowing.com/e-book-alma-da-startup/</a></p>
<p>O post <a href="http://baptistaluz.com.br/espacostartup/em-qual-perfil-enquadra-se-sua-startup-veja-os-6-perfis/">Em qual perfil enquadra-se sua startup? Veja os 6 perfis.</a> apareceu primeiro em <a href="http://baptistaluz.com.br">Baptista Luz</a>.</p>
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